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Justiça decreta prisão de policial civil suspeito de envolvimento em sequestro em São Paulo

Por Folhapress08:48
Justiça decreta prisão de policial civil suspeito de envolvimento em sequestro em São Paulo

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) foi questionada sobre a investigação, mas afirmou que o inquérito tramita em segredo, por isso não responderia. O sigilo foi solicitado pela Corregedoria. A investigação pediu à Justiça a prisão temporária de mais um participante do crime.

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PAULO EDUARDO DIAS E FRANCISCO LIMA NETO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O TJSP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) decretou, nesta quinta-feira (13), a prisão do policial civil Rafael Juergen Schult, investigado sob suspeita de envolvimento nas agressões e sequestro de um jovem, em Artur Alvim, na noite de segunda-feira (10).

 

O policial está foragido. A reportagem não conseguiu identificar o responsável pela defesa dele.

A polícia fez buscas na casa de Schult e de seus pais nesta sexta-feira (14), mas ele não foi localizado.

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) foi questionada sobre a investigação, mas afirmou que o inquérito tramita em segredo, por isso não responderia. O sigilo foi solicitado pela Corregedoria.

A Folha apurou que a Polícia Civil investiga a participação de um segundo policial no crime, mas ainda não há detalhes de que forma ele estaria envolvido.

A investigação pediu à Justiça a prisão temporária de mais um participante do crime.

O caso ocorreu na travessa da rua Inês Monteiro, em Artur Alvim, na noite de segunda-feira (10).

Imagens de câmeras de monitoramento mostram um grupo conversando quando dois homens armados chegam, por volta de 22h20, e começam a agredir o jovem, que está de blusa azul. Os demais fogem correndo.

A vítima tenta se defender, mas é agredida e jogada no chão várias vezes. Depois de um tempo, um veículo que parece uma viatura descaracterizada, com sinais luminosos, chega ao local. O jovem é algemado e colocado no porta-malas do veículo.

A Polícia Civil faz buscas pela vítima, que não foi identificada ou encontrada até o momento.

A Corregedoria e o Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital) investigam o caso.

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Fonte: Folhapress

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